O SAFRA correlaciona todos os nutrientes e atributos do solo, interpreta a fertilidade com rigor agronômico e calcula as doses por cultura e produtividade. Para o agrônomo, o consultor e o produtor.
Mais do que medir, o SAFRA interpreta. Cada recomendação nasce de método agronômico consolidado e validado no campo, com a justificativa técnica por trás de cada número — o rigor de um agrônomo experiente, com a consistência de um sistema. Nada de dose solta, nada de palpite.
Entre a coleta da amostra e a aplicação no talhão é onde o dinheiro vaza — e quase ninguém consegue apontar onde.
Ler um nutriente de cada vez ignora as relações entre eles. O solo segue desequilibrado safra após safra, mesmo com calcário e adubo aplicados.
Aplicar a mais é dinheiro enterrado. Aplicar a menos é produtividade que não vem. Sem método, o erro fica invisível até a colheita.
Quando o número não tem origem, ninguém audita e ninguém ajusta. O mesmo erro volta na safra seguinte — e na outra.
Você entrega os números. O SAFRA lê o solo como um todo — não um indicador isolado — e devolve a decisão, com o porquê.
Resultados de solo e folha do laboratório, digitados ou importados. Sem retrabalho de formatação, sem planilha quebrada.
CTC, saturações, relações entre bases, alumínio, matéria orgânica e folha — todos cruzados, classificados pelo método e com o limitante apontado. O conjunto, não o número solto.
Correção do solo até o nível crítico e adubação de produção por exportação e produtividade — separadas, sem dupla contagem, em doses por hectare com justificativa.
Cada cultura tem sua exportação; cada solo, seu equilíbrio. O SAFRA junta os dois e responde à pergunta que importa: quanto aplicar, de quê, e por quê.

O plano chega dividido em correção do solo e adubação de produção — você enxerga de onde vem cada quilo por hectare.
CTC, saturação por bases, alumínio e relações entre nutrientes vêm com status e um parecer que aponta o que resolver primeiro.

O que muda não é a amostra — é o que se faz com ela.
Toda dose segue metodologia agronômica consolidada e validada em campo, acompanhada da justificativa técnica do número. Você não recebe um valor solto — recebe a interpretação por trás dele.
Não. Os resultados de solo e folha podem ser importados direto, sem retrabalho de formatação.
Sim. A adubação de produção é calculada por exportação da cultura multiplicada pela produtividade alvo, sempre separada da correção do solo.
A interpretação é multicultura. A correção do solo é universal; a adubação de produção se ajusta à exportação de cada cultura e à meta de produtividade.
Sim. O SAFRA trabalha com os parâmetros padrão de uma análise de solo e folha, independentemente do laboratório de origem.
Sim. O plano sai em padrão profissional — pronto para o agrônomo entregar, para o consultor apresentar ou para o produtor aplicar.
Transforme uma análise de solo em um plano de correção e adubação interpretado, justificado e pronto para o campo.